
Nao sei quando nasci, ou pelo menos nao sei descrever exactamente o momento em que me comecei a considerar como individuo unico.
nao sei tambem exactamente o que despertou em mim tal reforco de identidade, mas sei que aconteceu.
sei que me deu a forca para pronunciar despido em frente de uma banheira que era um homem de cinco anos de idade e sem niguem com quem casar.
engracado como a logica das coisas funciona que exactamente o ano em que disse tais palavras foi o ano em que nasceu a minha actual cara metade.
ja namoramos a cerca de ano e meio e no fundo todos os dias a minha amada faz algo com que algo aprendo de novo, algo que desperta em mim novos sentimentos, algo que me faz transbordar o sorriso pelos olhos.
a minha namorada tem se revelado cada vez mais a minha compaheira, uma amiga incondicional que esta la sempre que eu preciso de apoio.
nem que seja as vezes estar somente para me dar um beijo na testa e dizer que melhores dias virao.
e estranho no que as pessoas pessam que e o amor no que axam que deve ser ou quais axam que devem ser as premisas de como se deve amar o como se deve agir acerca de tal.
eu por enquanto em relacao a este assunto repito as imortais palavras de socrates
( so sei que nada sei )......
no meu ver humilde nao sei nada sobre o amor nao sei nada sobre deus e sobre as formas de amor que revelou pelo facto de me ter presenteado com a vida que tenho.
Sei que Deus me ama disso nao tenho duvida sei tambem na minha crenca que reserva tempo da sua vida para mim tal como eu reservo tempo para ele sei que me da a conhcer a sua vontade para mim, eu que por vezes nao ouco.
mas sei que o amor existe na minha vida de muitas formas talvez nao as mais convencionais ou as mais faceis de entender mas vejo a vontade de e seu amor omnipotente em toda a minha vida.
pois ele guia-me pela minha vida a dentro sem nunca me deixar nao so ele como a mulher que eu amo e todas as pessoas que amo e me amam das mais diversas maneiras.
